terça-feira, 18 de junho de 2019

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Sistema carcerário do DF abriga 300 presos de facções criminosas

Presídios têm integrantes de duas organizações com atuação no país e no exterior e de uma criada em Brasília. Autoridades estão preocupadas com a transferência dos líderes das duas primeiras para o presídio federal

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Três facções criminosas contam com ao menos 300 integrantes no sistema carcerário do Distrito Federal. Eles são filiados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e Comboio do Cão. Esta última surgiu em Brasília, com seguidores no Riacho Fundo, no Recanto das Emas e em Ceilândia. Entre os faccionados, duas são mulheres e estão isoladas na Penitenciária Feminina, a Comeia. Os outros estão trancafiados na Penitenciária I e II (PDF I e PDF II) do Complexo Penitenciário da Papuda.

Os que têm mais influência e são apontados como líderes são levados para o Pavilhão de Segurança Máxima (PSM). A tentativa dos agentes de segurança é evitar uma articulação e impedir que mais seguidores sejam cooptados — na linguagem do crime, “batizados”. Mas sem capacidade para deixar um detento por cela, os seguidores das organizações sem cargo de chefia ficam no mesmo ambiente de outros presos, mas em uma ala de internos perigosos.

Intramuros, eles tentam se comunicar por meio de cartas (trocadas ilegalmente) ou no grito. Para conseguir contato com o mundo externo, enviam recados por meio das visitas e recebem retornos verbais. Subsecretário do Sistema Penitenciário do DF (Sesipe), o delegado Adval Cardoso reconhece a preocupação com as facções nas cadeias. “Os faccionados têm força dentro da massa e são capazes de transformar a situação dentro da cela”, revela.

Contatos

Resultado de imagem para presidio federal do dfPor causa das tentativas de expansão, a Divisão de Inteligência Penitenciária (DPI) e a Polícia Civil monitoram os presos influentes. A maioria evita falar que integra facções para não ficar isolado. “Eles estão sempre se articulando, principalmente por meio de visitas, e isso desperta a nossa preocupação diuturnamente, porque se descuidar, é fatal. Temos um sistema seguro, que não entra celular, mas eles tentam todos os dias manter contato”, conta Adval.

Quando alguma carta é encontrada, a Sesipe aciona a Polícia Civil. Investigadores abrem inquérito e passam a monitorar o caso. Essa atribuição é da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes contra a Administração Pública (Cecor).

Diretor da Divisão de Repressão às Facções Criminosas (Difac) ligada à Cecor, o delegado Maurilio Coelho confirma que, desde 2012, foram presos aproximadamente 300 membros do PCC no DF e Entorno. “Quando o acusado já está no sistema, ele perde os benefícios e volta a ficar um bom tempo no regime fechado. Nosso objetivo é sempre desestimular as organizações criminosas, impedindo que os investigados continuem integrando as facções”, ressalta.

Em liberdade, esses criminosos se concentram nas cidades de Santa Maria, Gama, Ceilândia e Samambaia. No Entorno do DF, eles vivem, principalmente, em municípios goianos mais ao sul, como Novo Gama, Valparaíso, Cidade Ocidental e Luziânia.

Contaminação

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A 500 metros da Papuda, a Penitenciária de Segurança Máxima em Brasília recebeu pela terceira vez líderes de facções com atuação em todo o país. Semana passada, chegaram nove integrantes da Família do Norte (FDN), que lideraram os massacres nos presídios de Manaus (AM). Em 22 de março, o número um do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi transferido para a capital do país. O irmão dele desembarcou um mês antes, em 13 de fevereiro.

Para o subsecretário do sistema local, embora esses mandatários não entrem nas cadeias do DF, eles exercem influência na massa carcerária. “Para os presos daqui, esses líderes são ídolos. Por isso, eles tentam fazer com que as famílias, de alguma forma, se unam, com a esperança de poder, em algum momento, alcançar a liberdade ou promover uma fuga”, comenta Adval Cardoso.

Consultor em segurança pública, George Felipe Dantas alerta para os riscos. “Quando se faz um presídio de segurança máxima, vêm advogados, familiares e seguidores que se estabelecem com pontos de suporte para essas pessoas (os presos). Eles agem como uma comunidade que se dispersa no entorno da penitenciária e constitui perigo.”

Mas, na visão do professor, antes da criação da penitenciária de segurança, o entorno da Papuda já estava ameaçado devido à proximidade do complexo com a área urbana. “O risco à população é imediato, porque o perímetro do presídio se estreitou ao longo dos anos. Mesmo sem a penitenciária federal, trata-se de uma área já urbanizada ao redor. Acresça a isso o surgimento de um presídio federal.”

George Felipe reforça a superlotação como um fator de preocupação. “Na medida em que adensa a população carcerária, isso gera algum conflito, porque é muita gente junta. Estamos há muito tempo sem registros de rebelião pela ação decisiva dos órgãos de monitoramento e controle do sistema penitenciário local.”

A última rebelião no sistema ocorreu em 18 de outubro de 2001, após a passagem de Marcola pela Papuda. Ele criou um braço do PCC na unidade candanga, denominado Paz, Liberdade e Direito (PLD), que encabeçou a revolta. Dois morreram e 10 ficaram feridos, entre eles, um policial militar e outro civil. Na mesma noite, representantes da segurança pública informaram que a situação estava sob controle.

Muito preso para pouco agente

A superlotação do sistema carcerário do Distrito Federal expõe a fragilidade de um complexo que opera 125% a mais do que o limite e ocupa o terceiro lugar da maior massa carcerária do país. São 7.398 vagas para 16.707 internos. Em celas que deveriam ter entre oito a 10 internos, há entre 30 e 40.

Presidente do Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias do DF (Sindpen-DF), Paulo Rogério da Silva reforça que são aproximadamente 1,7 mil servidores em atuação. Significa que são nove presos para cada agente, enquanto a recomendação do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) sugere a proporção de um servidor para cada cinco detentos por turno de serviço. “Com baixo efetivo e condições de trabalho precarizadas, acaba que a qualidade do serviço é inferior ao que poderíamos estar prestando. Existe uma sobrecarga de função.”

Para Paulo, uma alternativa é a instituição da polícia penal, que faz com que os agentes possam ter poder de investigação. “É uma estrutura de polícia penitenciária que cria mecanismos de investigação e repressão nos moldes da polícia penitenciária italiana e soma no combate ao crime organizado. Dará um ciclo de segurança e inteligência dentro do sistema”, defende.

Mais presídios

Estão em construção quatro Centros de Detenção Provisória (CDPs), com 3,2 mil novas vagas — 800 em cada. A previsão é de que fiquem prontas em um ano. Também está em andamento a reforma do bloco 3 do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), com 625 vagas. A previsão de conclusão das obras é para o segundo semestre deste ano.

Há ainda um projeto para Penitenciária III do Distrito Federal, com 600 vagas. O início das obras depende de abertura de licitação que será feita após a conclusão dos projetos complementares de engenharia. Eles estão sendo elaborados por empresa contratada pela Novacap.

A Secretaria de Segurança Pública garante que “devido à capacitação dos servidores e protocolos de segurança, o DF possui o sistema mais seguro do país, mesmo com a terceira maior massa carcerária do Brasil.”

Para saber mais

Com poderio econômico forte, ramificações no Brasil e até no exterior, as maiores facções criminosas agem com intuito de ampliar cada vez mais a sua área de atuação, com o recrutamento de bandidos, a compra de armamento e a diversificação dos crimes. A partir de um estatuto, distribuem tarefas, mantêm uma rede de contatos onde todos os criminosos se ajudam e contribuem financeiramente com o fortalecimento da organização.

Em Brasília os integrantes do PCC, por exemplo, são isentos de pagar uma mensalidade para a cúpula da facção, conhecida no dialeto do crime como cebola. O dinheiro serve para custear benefícios ao líder, como advogados, se ele for preso. Mas, mensalmente, há a cobrança de uma rifa. O preço médio é de R$ 30 para sorteio de celulares, televisões, motos e até carro.

Entre os crimes mais cometidos pelos integrantes das facções estão roubo, tráfico de drogas e homicídio quando envolve integrantes de organizações criminosas rivais.

Fonte - Correio Braziliense

terça-feira, 11 de junho de 2019

Adolescente é apreendido após matar e esquartejar menina de 16 anos

O adolescente de 17 anos confessou o crime. O caso aconteceu em Araraquara (SP)


Uma adolescente de 16 anos que desapareceu na tarde de domingo, 9, foi morta por enforcamento, teve o corpo esquartejado e os pedaços espalhados em vários locais da cidade, em Araraquara, no interior de São Paulo. O suspeito do crime, um adolescente de 17 anos, foi detido e confessou o assassinato.

Ele disse ter agido sozinho, quando a mãe dele saiu para ir à igreja e o deixou a sós com a garota, em sua casa. A adolescente teria sido morta na noite de domingo, 9. Em seguida, o garoto cortou o corpo e usou sacolas de supermercado para levar as partes até os locais onde foram jogadas. 

A estudante Yasmin da Silva Nery estava desaparecida desde que saiu de casa alegando que iria a um show, na unidade do Serviço Social do Comércio (Sesc), no bairro Quitandinha. De acordo com a Polícia Civil, os familiares denunciaram o desaparecimento e a investigação apurou que ela tinha sido vista com o adolescente. Abordado, ele acabou confessando que matou a jovem e, para se livrar do corpo, cortou-o em pedaços. O rapaz contou que a enforcou e esquartejou.

Parte do corpo da jovem estava na residência dele, dentro de um carrinho de lanches, no quintal. Outra parte foi jogada em um lagoa próxima. Outros pedaços do corpo foram encontrados em um cruzamento na região do Quitandinha, próximo do campus da Unesp.

Foi o próprio rapaz que levou a polícia aos locais onde havia deixado as partes da jovem. A motivação para o crime ainda é investigada - as versões apresentadas pelo suspeito foram contraditórias, segundo a polícia.

O pai da estudante, Waldir Nery, disse que a filha conheceu o rapaz pelas redes sociais. "Ela saiu para ir ao Sesc e não voltou. Ficamos preocupados, pois ela não ficava mais que duas horas fora de casa. Era escola, casa, escola casa, então começamos a procurar." Ele contou que chegou a ligar para o celular da filha e o rapaz atendeu, mas foi evasivo. A família decidiu procurar a polícia.

Yasmin estudava como bolsista no colégio Sapiens, escola tradicional de Araraquara, e era admirada pela inteligência e dedicação. A escola divulgou nota manifestando "profundo pesar" pelo acontecido. "Tomados de imensa consternação pela notícia do falecimento trágico de nossa aluna, Yasmin da Silva Nery, informamos que rodas as atividades do Collegium Sapiens Araraquara estarão suspensas amanhã (terça-feira, 11), por motivo de luto."

O suspeito do feminicídio foi apresentado à Vara da Infância e da Juventude e encaminhado para uma unidade da Fundação Casa. Aluno da Escola Estadual Bento de Abreu, ele tocava em bandas e não registrava passagens pela polícia.


Fonte - Madeirada News

Laudo revela que Rhuan levou 12 facadas e foi degolado vivo pela própria mãe no DF

Barbárie foi cometida pela própria mãe e a companheira em Samambaia. Elas estão presas, serão indiciadas e podem pegar até 57 anos


resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade com que Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi assassinado em Samambaia. De acordo com a Polícia Civil, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia. Assustada, a vítima ainda se levantou e ficou ajoelhada ao lado da cama. Em seguida, levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe, no dia 31 de maio.

O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes. Segundo a PCDF, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, acendia a churrasqueira. Ela teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.

A ideia das criminosas, segundo o delegado adjunto da 26ª DP (Samambaia), Guilherme Melo, era assar as partes do corpo, fazendo com que a carne se desprendesse dos ossos. As mulheres chegaram a comprar um martelo com a intenção de triturar os ossos do menino.

De acordo com o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, que seria colocada na churrasqueira e jogada em um vaso sanitário. Para tornar o corpo ainda mais irreconhecível, a própria mãe também tentou retirar, com a faca, os globos oculares de Rhuan.

As acusadas, que estão presas e isoladas no Presídio Feminino do DF, serão indiciadas nesta terça-feira (11/06/2019) por homicídio duplamente qualificado, pelo motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima; lesão corporal gravíssima, por terem mutilado Rhuan– elas deceparam o pênis e os testículos do menino há dois anos; tortura, por ter provocado o suplício de uma criança, que sofria dores intensas e uma dificuldade enorme para urinar; ocultação de cadáver, pelo fato de terem tentado se livrarem das partes do corpo; por último, fraude processual, uma vez que tentaram limpar a cena do crime, lavando os cômodos da casa. Se condenadas, podem pegar 57 anos de prisão.

A polícia acredita que os órgãos do menino podem ter sido usados em algum tipo de ritual macabro, uma vez que nunca foram encontrados. A dupla alegou que o crime foi cometido porque o garoto queria se tornar menina, por isso a castração de forma caseira e artesanal. E também pelo fato de Rhuan ter sido supostamente fruto de um estupro cometido pelo ex-marido da autora. “Ela alegou que, por isso, tinha ódio do filho”, disse o delegado. Porém, o policial explicou que, em diligência em Rio Branco (AC), não encontrou indícios de que esse crime tenha ocorrido no passado.

Procurado pela reportagem, o pai de Rhuan, Maycon Douglas, 27, negou a acusação de estupro. “Claro que não. Isso nunca aconteceu. Ela quer me incriminar de alguma forma. O delegado de Brasília esteve aqui (no Acre), conversou comigo por mais de cinco horas e sabe de toda minha vida. Todo mundo aqui me conhece, sabem que nunca tive envolvimento algum com polícia, que nunca fiz nada de errado”, frisou.


Fonte - Madeirada News

Suspeito de abusar de filhos e enteados é preso em Luziânia

Em que mundo nós estamos ?


Policiais civis da DPCA/Depai de Luziânia cumpriram, no dia 10 de junho, mandado de prisão temporária contra investigado pela prática de reiterados de crimes de estupro de vulnerável perpetrados contra os filhos e enteados, todos menores de 14 anos.

Consta nos autos do inquérito policial que o investigado, de 42 anos, aproveitava as ocasiões em que estava sozinho com os infantes para com eles praticar atos libidinosos diversos da conjunção carnal. De acordo com as investigações, os abusos consistiam em passar as mãos nas partes íntimas das crianças e com elas praticar sexo oral.

Interrogado, o suspeito negou o cometimento dos crimes.


Fonte - Madeirada News

Mãe da namorada de Rafael Miguel narra momento do crime Vanessa Tibcherani, casada há 21 anos com o suspeito do crime, Paulo Cupertino Matias, disse já ter sido agredida "diversas vezes"


Vanessa Tibcherani, companheira do assassino do ator Rafael Miguel, prestou depoimento à Polícia Civil na segunda-feira (10/06/2019). De acordo com informações da TV Globo, a mulher contou ter sido agredida “diversas vezes” por Paulo Cupertino Matias, 48 anos, com quem se relaciona há 21 anos. Relatou ainda que o marido costumava bater em Isabela Tibcherani, namorada de Rafael, e no outro filho deles. Os irmãos têm, respectivamente, 18 e 13 anos.

A esposa do criminoso também revelou o que aconteceu na manhã da data do do crime (09/06/2019). Vanessa afirmou que Paulo chegou em casa perguntando por Isabela. Sem saber do paradeiro da jovem, a mãe procurou a menina, mas não a encontrou. O homem, então, deixou a residência acompanhado do filho mais novo.

A depoente teria tentando ligar para Isabela, mas não conseguiu. Depois, telefonou para o genro. A mãe do ator teria atendido dizendo que o filho havia saído para se encontrar com a namorada. “Depois, a Mirian (mãe de Rafael) retornou avisando que estava chegando com seu marido, o Rafael e a Isabela para conversar sobre o namoro deles”, explicou.

Neste meio tempo, o pai de Isabela voltou e ficou na sala. Quando viu o carro da família de Rafael, foi até o portão, puxou Isabela pelo braço e ordenou que ela entrasse em casa. Ainda conforme o relato de Vanessa, o marido teria ido até Rafael e perguntado: “Por que você não falou comigo antes?”. Rapidamente, Paulo sacou a arma e efetuou os disparos. Depois, fugiu. A mulher contou que sua filha e ela tentaram socorrê-los, sem sucesso.


Fonte - Madeirada News

POLÍCIA - Policia Civil prende três suspeitos de matar mototaxista em Luziânia

Operação Fama Alfa prende três pessoas suspeitas de envolvimento na morte de mototaxista em Luziânia


No início da manhã de hoje (11), os policiais civis lotados no Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Luziânia, desencadearam a Operação Fama Alfa, que culminou na prisão cautelar de três investigados pela prática de crime de homicídio qualificado, ocorrido no dia 16 de junho do ano passado, no bairro Parque JK, contra a vítima Fernando Antônio Marinho, morto após ser alvejado por disparos de arma de fogo.

Consta nos autos do inquérito policial que a vítima possuía desavenças com os autores, os quais a acusavam de ter praticado furtos no bairro. Em vista disso, arquitetaram a morte de Fernando.

Cientes de que a vítima trabalhava como mototaxista, efetuaram uma chamada telefônica e solicitaram o serviço. Assim que Fernando chegou ao local combinado, foi alvejado pelos disparos fatais, sem chances de defender ou fugir da empreitada criminosa.

Um dos coautores já havia sido preso pela equipe do GIH, que continuou nas investigações e identificou os comparsas. As diligências ainda prosseguem no intuito de localizar e prender o quinto coautor da infração penal. Os presos foram recolhidos ao CPP, onde aguardarão à disposição do Poder Judiciário.


Fonte - Madeirada News

POLÍCIA - Preso suspeito de feminicídio contra a própria mãe, idosa de 62 anos em Goiás

pare o mundo que eu quero descer


As equipes de policiais civis da Delegacia de Polícia (DP) de Pires do Rio, em ação conjunta com o batalhão da Polícia Militar, prenderam nessa segunda-feira 10 Romar Sardinha da Silva, de 38 anos.

Romar é investigado pelo homicídio de sua própria mãe, idosa de 62 anos, que foi brutalmente espancada pelo filho no dia 6 de abril deste ano. A vítima faleceu no HUGO, em Goiânia, no dia 10 de abril, devido às agressões sofridas. O suspeito já havia sido preso em 2012 por agredi-la, em Itaberaí, e por tentar estuprá-la, em Pires do Rio.

Após o crime, o autor fugiu para Cocalinho, no estado de Mato Grosso, onde, segundo consta, cometeu novo homicídio ao assassinar D. R. G., 56 anos, com golpes de faca, na fazenda onde trabalhavam. Em seguida, voltou para Itaberaí.

A Delegacia de Polícia (DP) de Pires do Rio, no curso das investigações, representou pela prisão preventiva do autor, o que foi deferido com celeridade pelo Poder Judiciário da comarca. Com o mandado de prisão expedido, o autor foi preso em Itaberaí com o auxílio da Polícia Militar e logo após recambiado para Pires do Rio.

O investigado foi interrogado, ocasião em que admitiu a prática de ambos os homicídios, e foi encaminhado ao presídio à disposição da Justiça. O inquérito policial será concluído nos próximos dias, com o indiciamento de Romar Sardinha pelo crime de feminicídio, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão.


Fonte - Madeirada News

DISTRITO FEDERAL - Faltam cestas básicas para assistência social no DF, aponta sindicato

Categoria marcou uma assembleia para esta quinta-feira (13/06/2019), com previsão de paralisação de 48 horas


Com assembleia e paralisação de 48 horas agendadas para a manhã desta quinta-feira (13/06/2019), o Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do Distrito Federal (Sindsasc) denuncia a falta de condições de trabalho na capital da República. Segundo a entidade, o estoque de cestas básicas fornecidas a famílias em vulnerabilidade social está esgotado desde o fim de maio.

O presidente do Sindsasc, Clayton Avelar, afirma que o serviço de distribuição de cestas emergenciais a usuários cadastrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) está prejudicado. De acordo com o sindicato, além dos danos causados à população assistida, a falta dos alimentos prejudica a segurança de servidores da assistência social.

“Os casos são avaliados individualmente e, caso a pessoa seja contemplada com o benefício, ela recebe a cesta em até cinco dias. Como está em falta, quando a pessoa vai buscar e não recebe, ela acaba se irritando”, diz o presidente do Sindsasc.

Em outubro de 2018, um caso de violência foi registrado no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Santa Maria. Na ocasião, um homem atirou um cano de madeira contra um segurança.
Emergência

Por meio de nota, a Sedes informou que o contrato emergencial para a aquisição de 8 mil cestas de alimentos não perecíveis será assinado nesta semana. A previsão é que os produtos comecem a ser entregues nesta sexta-feira (14/06/2019).

A última licitação do tipo ocorreu em fevereiro de 2018 e, por causa da falta de uma nova abertura de processo, o estoque da secretaria foi prejudicado. “Como os contratos têm impreterivelmente a vigência de um ano e não podem ser renovados, para prevenir qualquer tipo de falta, a Subsecretaria de Administração Geral da Sedes já prepara novo chamamento para ser apresentado na metade da vigência do atual, ou seja, por volta de 180 dias após a assinatura.”

Além das cestas de alimentos secos, a secretaria afirmou que vai comprar 6 mil “cestas verdes” de agricultores familiares, com legumes e verduras. Os produtos serão adquiridos sem necessidade de licitação, por meio do Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa).


Fonte - Metrópoles