quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Agora é pra valer! Tabanez rumo a uma vaga na Câmara Legislativa.



O que antes era apenas um projeto político, na tarde da última terça-feira (14), se consolidou quando foi anunciado o registro da candidatura do policial Civil Tabanez para concorrer uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal, pelo PRÓS, com o número 90.147.

Bastante emocionado, o agora candidato deu continuidade a apresentação do seu projeto político visando alcançar a vitória no próximo dia 7 de outubro. “Estou muito contente em poder colocar em prática tudo aquilo que fizemos ao longo desses últimos meses, aonde passamos dias e noites ouvindo a sociedade, desde o mais simples até aquele que possui situação confortável afim de ouvir suas reivindicações, para que assim montássemos um plano de metas que pretendemos defender na Câmara Legislativa caso sejamos eleitos”.

Dentre os vários itens elencados no planejamento político desenvolvido ao longo dos meses, Tabanez (90.147) elegeu a segurança pública, geração de empregos, valorização da carreira policial e reformulação da saúde, como sendo prioritários para o seu futuro mandato de deputado distrital. “A população sofre diariamente com a falta de segurança, o que leva a destruição da família. É um efeito cascata, pois, muitas vezes, a falta de emprego e qualificação pode levar a pequenas práticas delituosa. Assim, caso eu seja eleito, vou priorizar projetos para o aumento da oferta de empregos e qualificação profissional à população do DF”.

Outro ponto levantado por Tabanez (90.147) é a valorização da carreira policial que, segundo ele, há vários anos não recebe incentivos por parte do governo. “Somos considerados a melhor polícia da América do Sul e uma das melhores do mundo, mas, a classe não é valorizada da forma que deveria. Hoje para se ter uma ideia, temos apenas a metade do efetivo de dez anos atrás. Com isso, deparamos com delegacias fechadas, efetivo reduzido e falta de ânimo. Trabalhamos no limite, por amor a instituição e o dever de servir a sociedade, mas, isso não é o suficiente, temos que ser reconhecidos pelos nossos esforços e assim, na Câmara, vou lutar pela valorização da nossa instituição”.

Com o jargão “#écananeles”, Tabanez (90.147) se consolida como sendo um dos melhores e mais bem preparados candidatos a uma vaga de deputado distrital. “O nosso jargão caiu na boca da galera e por onde passamos recebemos manifestações de carinho e apoio ao nosso projeto político”.

Na saúde, Tabanez (90.147) pretende rediscutir a gestão para criar soluções definitivas e garantir bom atendimento ao público. “É inadmissível que pessoas morram nos corredores dos hospitais por falta de atendimento, sendo que os recursos para a saúde são suficientes para o atendimento da demanda, através do Fundo Constitucional. Com isso, vamos propor o desenvolvimento de políticas públicas para a melhoria da saúde, aonde entendemos que deva começar pela gestão”.
Serão apenas 45 dias de muita caminhada, mas Tabanez (90.147) garante que irá percorrer todo o Distrito Federal para levar suas propostas e assim, conquistar o eleitor. “São apenas 24 vagas e tenho certeza de que, ao levar o nosso projeto à sociedade, essa irá reconhecer que o nosso nome é um dos melhores para representa-la na Câmara Legislativa do Distrito Federal e assim, conquistar o seu voto. Conto com vocês”, finalizou.


Fonte - Agência Satélite

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

ASBRAPP entrega doações da campanha do agasalho às crianças da Creche Renascer na Estrutural



Com muita alegria, a equipe da ASBRAPP realizou, na última semana, a entrega das doações recolhidas até o início do mês de agosto, por meio da Campanha do Agasalho. Foi enorme a solidariedade por parte dos voluntários, na sua maioria, peritos papiloscopistas, bem como, demais servidores do Instituto de Identificação.

A entidade que recebeu roupas e cobertores novos ou usados foi a Creche Renascer, localizada na Cidade Estrutural. “Ficamos muito felizes com a grande quantidade de peças recebidas, e mais realizados ainda com a alegria estampada nos olhos e sorrisos inocentes das crianças ao receberem as doações”, contou o Agenor Segundo, vice-Presidente da ASBRAPP. “Aproveito a oportunidade para agradecer imensamente a toda categoria que fez as doações em nome das várias crianças da creche”.

Por sua vez Gilma Bomtempo, Secretária Geral da ASBRAPP falou da alegria em poder agraciar a creche com a doação dos agasalhos. “Estamos em um dos períodos mais frios do Distrito Federal e essa doação veio de encontro à necessidade dessas crianças. Fiquei emocionada ao ver o sorriso no rosto de cada criança”.



A campanha do agasalho desse ano contribuiu com a Creche Renascer, localizada na cidade Estrutural, uma das regiões de maior carência do Distrito Federal. A creche atende crianças carentes residentes na estrutural. É um trabalho de caridade sem fins lucrativos, mantido por recursos próprios e que não recebe ajuda de custos por parte do governo e nem entidades associadas. “Vivemos de doações de amigos e todos são benvindos para ajudar nesta obra de caridade que é muito importante”. Atualmente são atendidas 96 crianças na faixa etária de 3 a 4 anos em regime de abrigo diário.

A creche foi inaugurada dia 13 de abril de 2002, pela Professora Sônia, diretora da instituição. A visão humanística, solidária, fraterna, generosa e valorizando o ser humano acima de tudo, e com o apoio do seu irmão que concedeu um lote na Cidade Estrutural. Assim iniciou o projeto Creche Renascer para atender os filhos de mães que trabalhavam no lixão. “Isso tudo, com recursos próprios mesmo que escassos, contando com a ajuda de alguns amigos para iniciar esse desafio”, contou a professora.

Foram longos tempos de dificuldades, e a cada dia a procura por vagas na creche através de pessoas menos favorecidas começou a aumentar cada vez mais. Mas com muita garra e persistência, a professora retirava do seu próprio sustento para contribuir e arcar com as necessidades da creche, sendo que isso acontece com frequência até os dias de hoje. “No início, começamos com 3 salas de aula e o apoio de alguns colaboradores, a demanda aumentava substancialmente, e houve a necessidade de obter um espaço físico maior e com melhores condições para atender as crianças. Ainda nessa fase, e com muita luta, conseguimos a doação por parte de uma construtora que construiu um prédio com toda estrutura física no terreno doado pelo seu irmão. ”



Atualmente, já são 4 salas de aula, uma cozinha para preparar os alimentos, um refeitório, dois banheiros, sala de professores, coordenação e a secretaria.

A creche está localizada Setor Leste, quadra 6, conjunto 2, lotes 1 e 26, Cidade Estrutural, telefones 3465-4957, 3028-4893.

https://www.assinenet.com.br/NET_netcombo.html 

Fonte - Agencia Satélite


sábado, 4 de agosto de 2018

ASBRAPP - NOTA INFORMATIVA


A Asbrapp esteve na última quinta-feira, 2-8-2018, no Plenário do TCDF, acompanhando a Sessão Ordinária n. 5.059 que julgou favoravelmente a demanda dos Papiloscopistas Policiais aprovados no último concurso para o cargo e que não foram convocados para a realização do curso de formação na ESPC.

O Tribunal prolatou, por unanimidade, a Decisão n. 3.746/2018, nos autos do Processo n. 20073/2016-e, determinando à PCDF a convocação dos candidatos remanescentes para participarem do curso de formação, com a consequente nomeação e posse daqueles que lograrem êxito nessa última etapa do certame.

A Asbrapp esteve presente, também, na sessão anterior, realizada aos 5-7-2018, acompanhando a fase inicial do referido julgamento.

O resultado exitoso do julgamento foi produto, fundamentalmente, da convergência de esforços da comissão dos candidatos remanescentes, da Asbrapp, do Deputado Distrital Wellington Luiz e da sensibilidade e competência do relator do processo, Conselheiro Renato Rainha e de seu assessor, Dr. José Augusto.

Paralelamente ao pleito dos candidatos remanescentes, a Asbrapp tem participado de inúmeras reuniões e gestões juntamente com uma segunda comissão – a dos candidatos que já ultimaram o curso de formação e aguardam a nomeação -, buscando assegurar o cumprimento do cronograma de nomeações divulgado pela PCDF.

Para tanto, a Asbrapp participou de reunião com o Deputado Federal Rôney Nemer, titular da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, visando à disponibilização orçamentária para contemplar as pretendidas nomeações.

Com o mesmo propósito, a Asbrapp reuniu-se com o Deputado Federal Cacá Leão, relator-geral da proposta orçamentária de 2018, acompanhado da comissão dos concursados.

Posteriormente, a Asbrapp reuniu-se com os Deputados Distritais Wellington Luiz, Joe Valle, Agaciel Maia e Juarezão, visando ao acertamento dos aspectos políticos e orçamentários relativos à nomeação dos referidos candidatos. 

Em sequência, a Asbrapp reuniu-se com a Dra. Ivone Casimiro, Diretora da DGP, a fim de tratar dos aspectos administrativos pertinentes à nomeação dos aprovados.

Finalmente, a Asbrapp, ainda acompanhada da comissão de concursados, reuniu-se com o Dr. Arnaldo Fontenele, Diretor do Instituto de Identificação, com vistas à discussão dos aspectos técnicos e administrativos relativos à nomeação dos aprovados.

A Asbrapp entende que a recomposição do quadro de Papiloscopistas é imperiosa, pois, das 360 vagas, apenas 239 estão providas, gerando uma defasagem de 121 vagas, sendo que este número deve aumentar para 151 vagas até o final do ano - devido à previsão de 30 novas aposentadorias - e para 176 vagas até o final do próximo ano, face à previsão de 25 aposentadorias em 2019, perfazendo o alarmante porcentual de 48,88%, quase a metade do quadro. 

Sem essa recomposição, é praticamente impossível levar adiante a prestação de um serviço público de excelência, como tem feito o Instituto de Identificação ao longo de sua história, razão pela qual a Asbrapp continuará envidando todos os esforços para que o Instituto de Identificação tenha os recursos humanos e materiais aptos à consecução de seu mister institucional.



Asbrapp

Em defesa dos Papiloscopistas Policiais e demais associados, do Estado Democrático de Direito e da Sociedade.

STJ nega liminar que deixaria Arruda elegível



O ministro Gurgel Faria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou a liminar requerida pelo ex-governador José Roberto Arruda (PR) com pedido de suspensão dos efeitos da condenação em ação de improbidade administrativa da Operação Caixa de Pandora.

O recurso passou por outros dois ministros que consideraram não haver possibilidade de julgar o caso. Primeiro, o pedido de liminar chegou às mãos do ministro Benedito Gonçalves. Relator do processo no STJ há três anos, inclusive com decisões, ele se considerou suspeito para julgar. Em 2014, uma decisão dele tornou Arruda inelegível, justamente pela condenação na Pandora. O caso está pendente de julgamento desde 2015.

Com a declaração de suspeição, o recurso foi distribuído para o ministro Napoleão Nunes Maia. Mas o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou uma petição alegando que o magistrado não era prevento para julgar o caso.

Houve, então, uma nova distribuição. Foram três ministros até uma decisão que saiu neste sábado (04/08), às 12h51. Se o pedido fosse deferido, Arruda teria possibilidade de registrar uma candidatura nesta eleição.

Ao Correio, no entanto, ele afirmou que não tem intenção de se candidatar neste ano. Ele apoia a chapa encabeçada por Alberto Fraga (DEM). A mulher do ex-governador, Flávia Arruda (PR), concorre a um mandato de deputada federal.


Fonte - Correio Braziliense

Presos pelados são filmados amarrados e sendo obrigados a “brigarem como cães” dentro de cela; Assista


Os níveis chocantes do uso de Spice em uma prisão onde internos nus foram filmados “lutando como cães” foram revelados. Cerca de 31,4% dos detentos do “perigoso” HMR Northumberland fazem uso de drogas psicoativas, como Spice, de acordo com o Chronicle Live .

Os consumidores de drogas como a cocaína e a cannabis representam 17,1%, consideravelmente acima da média de 10,6%. em todas as prisões do Reino Unido.

A prisão de Acklington chegou às manchetes no mês passado, quando surgiram vídeos ultrajantes de presos aparentemente abastecidos por Spice, “lutando como cachorros ”.

     

 Fonte - mceara.com

Frejat pode voltar e surpreender novamente a cena política brasiliense


Depois de chutar o pau da barraca ao desistir, há 13 dias, da pré-candidatura ao governo do Distrito Federal, mesmo liderando as pesquisas de intenção de voto, o médico Jofran Frejat (PR), pode voltar sem amarras ou imposições à cena política do DF para continuar na luta por Brasília

Neste sábado (04/07), dia que ocorre a convenção do Partido da República do DF, pode também ser o início do resgate de um projeto político capaz de vencer as eleições, cantado e decantado como sendo “sem solução”, diante da posição tomada pelo ex-secretário de saúde Jofran Frejat de desistir de vez da sua pré-candidatura ao Buriti.

Desde a desistência oficial de Frejat na corrida eleitoral desse ano que a cena política do DF não é mais a mesma. A coligação PR, PP, MDB, DEM, Avante, e agora PSDB, que tem Izalci Lucas, Alberto Fraga, Tadeu Filippelli e Paulo Octávio não é mais a mesma.

A situação causou impacto até mesmo no grupo composto pelas “madalenas arrependidas”, liderado por Rogério Rosso (PSD) e pelo senador Cristovam (PPS). Ninguém conseguiu se habilitar ao espólio político de Jofran Frejat.

Até mesmo a candidatura de Eliana Pedrosa (Pros), murchou por não conseguir ocupar a lacuna política deixada pelo ex-secretário de saúde.
O gemido dos afogados no lago político do DF preocupou esta semana até mesmo alguns caciques nacionais, como o presidenciável Geraldo Alckmin, presidente do PSDB e Valdemar da Costa Neto, presidente do PR.

Por parte de Alckmin um interlocutor sugeriu a Frejat que saísse candidato ao Senado para ajudar a puxar Izalci Lucas que pode ficar sem mandato.

O presidente do PR nacional, fez o mesmo pedido ao ex-secretário de saúde. A turma de cima está mais preocupada em manter um bom número de parlamentares no Congresso Nacional para engordar ou manter o fundo partidário do que propriamente com as mazelas políticas e as desastradas gestões pública que aflige a população do DF.
“Ora se eu não quis ser mais pré-candidato ao Buriti, como posso retornar agora como pré-candidato ao Senado? ”, questionou Frejat.
Quando ainda estava na atividade médica, o renomado cirurgião atendia os pedidos de socorro de seus colegas e assim salvou muitas vidas.

Agora na atividade política e no alto de seus 81 anos de idade, Jofran Frejat foi obrigado a aplicar a eutanásia política contra aqueles que conspiraram nos subterrâneos para que o ex-secretário de saúde vendesse a alma ao diabo.

Apesar da dureza e da firme posição, o maior líder políticos dessas eleições tem amolecido o coração para um movimento popular cada vez mais forte que continua lutando pelo “Volta Frejat”.

Lideranças comunitárias, dirigentes de associações de classe e da sociedade civil tem feito romarias constantes na porta da casa 2, QL 8, Conjunto 6 do Lago Sul, com o objetivo de incentivar Frejat a voltar a luta para resgatar Brasília.

A todos Frejat apenas responde que a política muda como nuvens. E diz ainda que para retornar ao processo terá que ter a plena liberdade de montar uma chapa ficha limpa e com pessoas decentes que tenham o interesse de resgatar Brasilia do atoleiro que está submetida há mais de duas décadas.

Afirma ainda que não pode manchar a sua biografia e o respeito que o povo lhe outorgou em toda a sua vida pública.

“Quem sabe, até o dia 15 de agosto último dia para registro das candidaturas, eu possa cantar ao povo a outra música de Roberto Carlos: Eu voltei, voltei para ficar. Porque aqui, aqui é o meu lugar…”

Fonte - Toni Duarte//RADAR-DF

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

PCDF prende quadrilha que fraudava compra de material odontológico

De acordo com a polícia, esquema criminoso movimentou cerca de R$ 500 mil. Pagamentos eram feitos com cartões clonados

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

A Polícia Civil deflagrou a Operação Dentarium, na manhã desta terça-feira (31/7), para desarticular organização criminosa que cometia fraudes em compras de equipamentos odontológicos. Eles falsificaram registros de dentistas da capital federal e usavam cartões clonados para adquirir as mercadorias em outros estados. Os investigados chegaram a montar uma empresa para revender os produtos.

A investigação realizada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf) revelou que o grupo coletava informações de dentistas na internet e produziam documentos de identificação falsos para apresentar às empresas e fechar as negociações. As apurações tiveram início há quatro meses.

De acordo com o delegado-chefe da Corf, Wisllei Salomão, os suspeitos tinham funções definidas. Alguns eram responsáveis por falsificar as informações dos dentistas, outros por clonar os cartões, realizar a compra e revender.

“Encontramos 36 denúncias de dentistas que tiveram as informações usadas de forma ilegal. Os registros são desde 2015. Estimamos que o valor movimentado por eles alcance os R$ 500 mil”, disse Salomão. “Estamos em busca dos clientes desse posto de combustível que tiveram o cartão clonado. É importante que essas pessoas que foram lesadas registrem ocorrências. São informações importantes e que podem contribuir para as investigações”, reforçou o delegado.

Como funcionava
Com posse do registro dos dentistas, eles entravam em contato com empresas de diversos estados e encomendavam produtos usados em consultórios. O pagamento era feito com cartão clonado. As informações das vítimas dos cartões eram repassadas por um frentista que trabalha em um posto de combustíveis em Samambaia.

O funcionário do posto é um dos seis presos temporariamente. Apenas uma pessoa segue foragida. Além das detenções, os policiais da Corf cumpriram seis mandados de busca e apreensão em Brasilândia (MS), Riacho Fundo 2, Ceilândia, Águas Lindas (GO) e Valparaíso (GO).

O líder do grupo não teve o nome divulgado, mas é conhecido pela alcunha de Peru. Ele já havia sido preso em maio deste ano por uso de documento falso. Tem, segundo a PCDF, 22 passagens criminais, entre elas por estelionato e tentativa de homicídio.

Produtos apreendidos pela PCDF - PCDF/DIVULGAÇÃO

Peru chegou a apresentar à polícia um diploma falso de nível superior para ter direito à cela especial. A falsificação foi identificada e ele acabou autuado por mais um crime. A mulher dele, presa nesta terça (31), possuía três veículos comprados com o dinheiro da fraude. Um deles foi apreendido na Operação Dentarium.


Fonte - Metrópoles

Seis meses depois, sai edital para reconstrução do viaduto que desabou

Empresas interessadas terão 150 dias para concluir obras. Valor estimado é de R$ 12,8 milhões

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, nesta sexta-feira (3/8), a licitação para contratar empresa de engenharia para a recuperação e reconstrução do viaduto que desabou sobre a Galeria dos Estados, no Eixão Sul, em fevereiro de 2018. O plano inicial do Palácio do Buriti era entregar a nova estrutura em setembro, antes da eleições, mas o calendário atrasou. O governo também prometeu lançar, nas próximas semanas, licitações para a reforma de outras edificações da cidade.

A data de abertura do pregão presencial do viaduto do Eixão, que será do tipo menor preço, está marcada para o próximo dia 16, às 10h. O governo espera contratar a empresa vencedora em 15 ou 20 dias após a divulgação do resultado. O tempo de execução para a obra é de 150 dias. O valor estimado é de R$ 12,8 milhões.
REPRODUÇÃO/DODF

Em coletiva realizada na manhã desta sexta-feira, no Palácio do Buriti, o GDF afirmou que seis empresas estão interessadas na recuperação da Galeria dos Estados — também atingida pelo desabamento e com processo licitatório já lançado. No entanto, apenas quatro apresentam condições técnicas para realizar a obra. Participaram da coletiva o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e os presidentes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Márcio Buzar, e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Júlio Menegotto.

Atraso na licitação
O projeto do viaduto da foi aprovado em 24 de maio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-DF). O órgão havia recusado uma primeira versão do GDF para a estrutura, que previa uma mudança arquitetônica nos pilares de sustentação da estrutura.

A proposta inicial estabelecia a ampliação das oito colunas. Dessa forma, segundo o governo, seria eliminado o balanço do elevado, ou seja, o vão entre o pilar e a lateral da laje, garantindo mais segurança à estrutura.

Em 7 de maio, porém, o Iphan-DF decidiu vetar a modificação, pois uma “alteração significativa” no perfil arquitetônico do viaduto, localizado na área tombada da capital da República, foi detectada. Três dias depois, o GDF apresentou um novo planejamento para o elevado com readequação no desenho dos pilares.

REPRODUÇÃO

Imagens:

Todo o trecho (marcado em vermelho) será demolido e reconstruído. O restante da estrutura terá fundações e colunas reforçadas e receberá nova estrutura Michael Melo/Metrópoles

Viaduto desabou no dia 6 de fevereiro de 2018 Michael Melo/Metrópoles

Não houve vítimas durante o desabamento, apenas danos materiais Michael Melo/Metrópoles

Carros foram esmagados pela gigantesca estrutura Michael Melo/Metrópoles
Muitos donos de veículos ficaram no prejuízo JP Rodrigues/Especial para o Metrópoles
Imediatamente, a área foi isolada devido ao risco de novo desabamento Michael Melo/Metrópoles

Ligação é uma das mais importantes da cidade Arquivo cedido ao Metrópoles
Curiosos observam o cenário do desabamento Arquivo cedido ao Metrópoles
Queda deixou cratera na pista Divulgação/PMDF
O governador foi ao Eixão Sul, onde desabou o viaduto, e recebeu vaias Michael Melo/Metrópoles
Do alto, a dimensão do incidente Michael Melo/Metrópoles
Trânsito foi desviado na região Michael Melo/Metrópoles
Bombeiros e Defesa Civil avaliaram bases de sustentação JP Rodrigues/Especial para o Metrópoles
Cães farejadores auxiliaram na busca de possíveis vítimas, mas ninguém foi atingido JP Rodrigues/Especial para o Metrópoles
Não houve feridos no desabamento JP Rodrigues/Especial para o Metrópoles
Parte do viaduto danificado Michael Melo/Metrópoles

No dia do desabamento, o próprio governador Rodrigo Rollemberg (PSB) admitiu que a estrutura não tinha passado por manutenção. O chefe do Executivo recebeu vaias. Logo depois, demitiu o então diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Henrique Luduvice.

Desde então, foram abertas investigações no Tribunal de Contas do DF, Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e Câmara Legislativa para apontar as responsabilidades pelo desabamento. No âmbito do GDF, porém, não foi aberta qualquer sindicância para investigar o caso. Segundo Márcio Buzar, o DER-DF está fazendo as avaliações do caso, mas ainda não existe nada conclusivo no sentido de apuração de responsabilidade pela queda


Inúmeros documentos mostram que o acidente, na verdade, foi uma tragédia anunciada. Órgãos de controle e entidades ligadas à construção civil alertam, desde 2006, o Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a necessidade de uma atenção maior aos acessos da cidade.

Há 12 anos, a Universidade de Brasília (UnB) divulgou estudo avisando sobre a situação precária de pontes e viadutos do DF. Em 2009, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) publicou documento com avaliações semelhantes. Em 2011, foi a vez do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).


Embora Júlio Menegotto, presidente da Novacap, tenha declarado que o viaduto está na área de competência do DER-DF, os assuntos referentes ao elevado eram tratados pela estatal desde 2011, de acordo com documentos.

A Novacap assinou o Convênio n° 138 com a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) para elaboração de projetos de execução e recuperação de 12 pontes e viadutos. Também foi a Novacap que, em 2013, redigiu o termo de referência responsável por embasar o edital para o processo de contratação de uma empresa destinado à produção do projeto executivo estrutural do elevado no Eixo Rodoviário Sul e nos eixos L e W sobre a Galeria dos Estados, incluindo também a passarela de ligação, entre outros itens. Pouco depois, a estatal contratou a SBE Soares Barros Engenharia.

O serviço da SBE foi prorrogado em 2015 por meio do 11º termo aditivo – ou seja, esteve em vigor também durante o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB).
Em julho de 2014, foram apresentadas duas alternativas para recuperação estrutural e proteção da construção do Eixo Sul sobre a Galeria dos Estados. A primeira indicava que a total recuperação das patologias seria suficiente para dar sobrevida de aproximadamente 15 anos ao elevado. A segunda sugeria uma intervenção maior, para acrescentar reforço à estrutura e viabilizar sua operação por 50 anos ou mais.

O relatório ainda apontava que os viadutos dos eixos L e W precisariam apenas de correção das patologias, impermeabilização, modernização das instalações e acabamentos “para que a obra se apresente em perfeitas condições”.
Em 2014, um relatório apresentava duas alternativas para o viaduto da Galeria dos Estados: recuperação das patologias ou intervenção maior, que lhe garantiria sobrevida de ao menos 50 anos Reprodução

Em 2013, a Novacap elaborou o termo de referência que embasou o edital para contratação de empresa a
fim de realizar o projeto de recuperação estrutural do viaduto Reprodução

Em agosto do mesmo ano, um documento técnico da Novacap alertava sobre a necessidade de reparos imediatos no viaduto. Em 2017, outro relatório da empresa (confira abaixo) novamente chamava atenção para o problema. O texto, assinado pela servidora Nádia Hermano Tormin, trazia todo o histórico do projeto da obra na estatal, que deveria ser tratada com “nível de prioridade nas ações de governo”.

Novacap by Metropoles on Scribd


De acordo com Menegotto, porém, a Novacap foi contratada para conduzir os projetos. Para que houvesse uma obra, seria necessário fazer um convênio para o DER-DF ou a Secretaria de Mobilidade repassar recursos. O gestor disse ainda que confia nas investigações do Ministério Público e no TCDF. 

Intervenções em outros pontos críticos
Depois da queda do viaduto, outras edificações entraram no radar do governo. Segundo Buzar, a Ponte do Bragueto está com 60% da edificação concretada. Ela era uma das prioridades dos relatórios que apontavam a situação precária dos equipamentos públicos da capital federal. A estrutura compõem as obras do Trevo de Triagem Norte e será interditada neste fim de semana.

A Novacap também promove intervenções na Ponte das Garças, onde a troca do guarda-corpo está 75% concluída. A manutenção no local teve início em 10 e 11 de março deste ano e, segundo o governo, levará mais 15 dias para ser concluída.

Outras reformas vão demorar ainda mais para serem iniciadas. O GDF estima lançar, nas próximas semanas, mais dois editais. Um deles é para a Ponte JK. A obra no local foi orçada em R$ 31 milhões e deve demorar 18 meses para ficar pronta, com intervenções como a troca de pavimentos e juntas de dilatação, pintura e restauração da parte elétrica.

Está previsto também o edital para a recuperação de 45 passarelas do Distrito Federal. O DER-DF planeja, por fim, trocar os guarda-corpos de concreto das tesourinhas dos eixos Norte e Sul por estruturas metálicas.


Fonte - Metrópoles

À espera de julgamento no STJ, Arruda tem R$ 5,9 milhões bloqueados


Corte analisará tentativa de reverter inelegibilidade decretada por condenação na Pandora. Em outro escândalo, Arruda sofre revés no TRF-1

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

A tentativa do ex-governador José Roberto Arruda (PR) de tornar-se apto para disputar as eleições em agosto encontrou forte resistência. Logo após a defesa do político que protagonizou o maior escândalo de corrupção do DF apresentar pedido liminar de suspensão da sentença de inelegibilidade ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) recomendou a rejeição da solicitação, a qual deve ser julgada na Corte nos próximos dias.

Arruda, que também é réu na Operação Panatenaico, sobre desvios na obra do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, acaba de sofrer um novo revés, referente a outro caso suspeito. Ele tornou-se réu em mais um processo de improbidade administrativa. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou o bloqueio de R$ 5,9 milhões das contas do ex-governador em decorrência de supostas irregularidades na execução do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem).

O juiz da 13ª Vara Federal Marcos José Brito Ribeiro acatou a denúncia do Ministério Público e determinou o bloqueio de parte dos bens do ex-governador no processo que aponta irregularidades encontradas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na prestação de contas do ProJovem. O programa deveria ter atendido 21 mil alunos, mas foram registradas apenas 8,5 mil matrículas e menos de 1,6 mil formados. A defesa de Arruda não se pronunciou sobre o caso.

Confira a íntegra do documento:

Decisão TRF 1 – Arruda by Metropoles on Scribd


A recomendação do MPF contra a “elegibilidade” de Arruda, contudo, refere-se a outro caso: a Caixa de Pandora. Documento assinado pela subprocuradora-geral da República Maria Caetana Cintra Santos faz duras críticas ao pedido da defesa do ex-governador.

A subprocuradora-geral afirma que não há qualquer razão para a suspensão do processo até a conclusão de perícia nos gravadores usados pelo delator do esquema, Durval Barbosa. Ainda segundo ela, o ex-governador apresentou o questionamento “tão somente para, às vésperas do período eleitoral, suspender a sua inelegibilidade”.


Maria Caetana também argumenta que a avaliação técnica dos equipamentos, solicitada pela defesa de José Roberto Arruda, não impacta o julgamento da ação de improbidade. “A perícia aventada não afeta o conteúdo das decisões acatadas, uma vez que as gravações não são utilizadas como matéria probatória na presente ação de improbidade, tanto que essa escuta ambiental [nem] sequer é mencionada no acórdão, tampouco na sentença que condenou o requerente pela prática de ato ímprobo”, escreveu a subprocuradora-geral da República.

Confira a íntegra da recomendação do MPF:

Recomendação MPF – José Roberto Arruda by Metropoles on Scribd


Julgamento
O pedido da defesa para reverter a inelegibilidade do político está pronto para ser julgado no STJ. Redistribuído após o ministro Benedito Gonçalves se declarar impedido de analisar a solicitação por motivos de “foro íntimo”, o caso parou na mesa de Napoleão Nunes Maia Filho, que avaliou a documentação na tarde desta quinta-feira (2/8) e classificou o processo como “concluso para julgamento”. A expectativa é de que a análise seja feita nos próximos dias.

Imagem relacionada

Uma decisão favorável a Arruda pode trazê-lo de volta às urnas em outubro de 2018. Embora tenha afirmado ao Metrópoles que a única candidata apoiada por ele é a sua mulher, Flávia Arruda, também do PR, o condenado pode ter a opção de participar da disputa se a inelegibilidade for suspensa até 15 de agosto.

Arruda ficou inelegível em decorrência do esquema de corrupção denunciado pela Caixa de Pandora, ou Mensalão do DEM. Em 2009, promotores de Justiça revelaram que certos integrantes do governo, subsidiados com dinheiro de empresários corruptos, pagavam propina para obter o apoio de deputados distritais na Câmara Legislativa. O episódio ficou conhecido no Brasil todo e teve repercussão internacional após a divulgação de vídeos que apontariam pagamentos aos envolvidos no escândalo.

O ex-governador foi um dos personagens mais notórios, ao ser filmado recebendo dinheiro das mãos de Durval Barbosa.

Nove anos depois de a operação ser deflagrada e apear do Governo do Distrito Federal (GDF) Arruda e seu vice à época, Paulo Octávio, a Quinta Turma do STJ autorizou a perícia nos equipamentos usados pelo delator, Durval Barbosa, para gravar conversas do então governador e seus interlocutores. A avaliação técnica embasou o pedido de suspensão da inelegibilidade apresentado pela defesa de José Roberto Arruda ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A Caixa de Pandora foi o escândalo que limou por quase uma década Arruda dos holofotes, mas não foi o único. Recentemente, o ex-governador foi preso temporariamente, no âmbito da Operação Panatenaico. Ele é acusado em delações de ex-executivos da Andrade Gutierrez de ter recebido propina para acomodar empreiteiras no projeto de construção do Estádio Mané Garrincha.

Em 25 de abril, a Justiça acatou a denúncia do Ministério Público Federal, tornando réus Arruda e outros 11 investigados no escândalo, cujos desvios são estimados em até R$ 900 milhões.

Defesa
Para o advogado de Arruda, o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) Francisco Caputo, o delator do esquema, Durval Barbosa, teria editado o material de áudio. “Durante sete anos, não apareceram cartões de memória. O material está totalmente corrompido. As provas estão na perícia do Instituto Nacional de Criminalística [INC]. O pedido é que a Justiça aguarde a perícia sair e, enquanto isso, suspenda a sentença”, alegou.

O aparelho citado por Caputo gravou uma conversa entre Arruda, o então chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, e Durval Barbosa na Residência Oficial de Águas Claras, pouco antes da deflagração da Pandora, em novembro de 2009. A conversa captada pelo equipamento é usada como prova no processo.


Caixa de Pandora
De acordo com a investigação, José Roberto Arruda e Paulo Octávio, além de outros réus – como o delator do caso, Durval Barbosa –, teriam usado contratos de informática para desviar recursos durante a administração de Arruda.

Segundo a denúncia do MPDFT, entre 2003 e 2009, foram celebradas várias contratações de fornecedores com o GDF, em que agentes públicos recebiam cerca de 10% a título de enriquecimento ilícito, favorecimento de empresas e uso do dinheiro para financiamento de campanhas políticas.

Fonte - Metrópoles